sexta-feira, 14 de março de 2008

Nú Artístico


Ele sentava todos os dias na minha sala. Loiro, alto e coxo. Sempre me perguntei o que ele teria na perna... Ombros largos e cabelo cortado na tentativa de ser um moicano. Eu sempre prestava atenção na chamada do professor para descobrir o nome dele: Gustavo.
Ele anda com outros garotos bonitos, mas ele sempre chama mais atenção. Deve ser pela tatuagem enorme de peixe no braço e os ombros fortes e largos em companhia dos braços maravilhosos. Eu sempre prestei atenção suficiente no sorriso dele e na cara de malandro safado quando ele sorria. Mas eu ficava meio pé atrás com ele e sua cara de talentoso skinhead. Os boatos diziam que ele era meio bobão. Mas é forte. Faz o tipo macho alfa.

Um dia eu estava indo de ônibus para casa e ele entrou em seguida. Gelei na hora, nem coragem de encará-lo eu tive. O ônibus estava relativamente vazio, mas ele sentou do meu lado e eu sentindo borboletas no meu estomago. Eu lia meu caderno cuja na capa habitava um desenho de nu artístico, feito em carvão.

- Bom dia.- ele disse sério e solene.
- Bom dia. Por que mesmo você está falando comigo?
- Gostou da aula hoje?
- Sim sim. -...- E você?
- Também. Que desenho bonito, vc que fez?
- Sim, faço desenhos de nu artístico em carvão.
- Sério? Sempre quis fazer um desenho assim de mim.
- ah.
- Há quanto tempo faz esse quadros?
- Na verdade faz um tempinho que não desenho.
- Faz um meu?
Caraca, - fundo musical de suspense- , deve ser algum tipo de armadilha homofóbica. Ele é lindo, eu vivo encarando ele. Essa cara de mau dele não será desfeita com um sorrisinho... Lindo sorrisinho.
- Bom... pode ser.

Marcamos e trocamos informações e preços. Meu coração palpitava. Seria no final de semana, no sábado. Nos outros dias ele continuava me encarando com aquela cara terrível e fechada de sempre. Uma verdadeira beldade. Tudo nele parecia forte e sem exageros, formando um perfeito equilíbrio de beleza e malandragem, embora fosse coxo. Sempre reservado e com seus poucos amigos silenciosos do fundão. Será que eu realmente conseguiria descobrir o que o deixava com aquele andar desconjuntado?

No sábado ele entra na minha casa com uma cara extremamente envergonhada, mas safada. Eu, coitado de mim, não sabia o que fazer, mas a expectativa me excitava. Era cedo da manhã de sábado e ele entrou sem muitas cerimônias no meu quarto e sentou na cama. Eu tinha montado o local em que faríamos o quadro e discutimos a paisagem, ele queria ao fundo o Mar. Vindo direto de Afrodite para o meu quarto, o homem-peixe tiraria a roupa para mim, no meu solário.
Pedi para começarmos e ele entrou no meu banheiro sem fechar a porta. Peça por peça foram sendo penduradas nos ganchos do banheiro. Ele me via quase abrindo a boca de êxtase com aquela cena. Eu estava completamente chocado. Todo corpo dele, de costas, era lindo, definido. Com uma leve penugem dourada da bunda e pernas. Completamente lindo. Costas largar, ombros largos que descem em uma cintura definida e máscula, parecia uma aula de anatomia. Eu podia reconhecer o corpo tão pelo dele. E o mistério havia sido desvendado: uma cicatriz na parte inferior da coxa. Ele sorriu sacanamente pelo espelho e eu olhei para outro lado.

- É..., vo-você fica ali naquela cadeira. Estúpido, você poderia falar sem gaguejar agora...

E ele virou e andou. Eu perdi o ar. Inebriado, excitado, tenso. Ele se sentou de pernas abertas para mim e se debruçou com os braços apoiados no joelho. Peitoral perfeito, barriga linda, não era um tanque, mas totalmente linda. Os finos pêlos dourados faziam um caminho até o El Dourado, rs. Seus pêlos pubianos combinavam com o loiro escuro da barba no rosto sexy com a sobrancelha esquerda levantada para mim. O pinto dele parecia enorme e muito grosso, mesmo mole.
Eu dei uma tossida e pedi para ele se ajeitar.

- Você vai ficar na posição por bastante tempo...
- Ok.

Ele sentou meio de lado e colocou as mãos nas coxas e se debruçou um pouco abrindo os ombros e me olhando meio de lado com cara de safado. Por quanto tempo ele conseguiria manter essa cara para mim?
Bom, fui fazer meu trabalho. Três horas depois o quadro precisava de poucas finalizações e dei um descanso para ele. Ele levantou meio suado com o sol do solário, pegou uma toalha e bebeu água, todo lindo.

- Posso ver como está ficando?
- Não. Odeio que vejam antes do fim.
- Hum... mas eu tenho direito de ver se eu to bonito.
- É claro que está! - Ops...
- Obrigado. – risos safados. – Nossa, estou bonito mesmo. Você é muito talentoso.

Ele passa o braço pelo meu ombro e bate com a mão nas minhas costas e segura meu ombro. Eu fiquei totalmente tenso e excitado. E ele também. Eu fiquei mais relaxado, pedi licença e disse ia tomar um banho frio, afinal, eu estava com muito calor... Encostei a porta e fui tomar meu banho, nossa estava excitadíssimo, resolvi bater uma, esperando que a porta abrisse.
Mas não abriu. Eu saí sem camisa. Ele com seu corpo moldado e, de certa forma, delicado, me olhou de cabeça a baixo meu corpo, mais de uma vez, elogiado por ser selvagem... Foi minha vez de olhá-lo com muita sacanagem no olhar... Ele ficou vermelho e foi voltando a posição inicial. Eu terminei meu trabalho. Pedi para ele ver. Ele veio e olhou por trás de mim. Eu levantei de forma que meu corpo encostasse-se ao seu braço. Decidi abraçar o capeta. Ele estava meio embasbacado com o quadro.

- Gostou?
- Muito.
- Qual será mesmo a forma de pagamento? – Aff, eu bem poderia ter ficado com a boca fechada agora...

Ele me deu o sorriso safado, agora aberto, sem medos. Levantou e me beijou. Gosto que pensem que estão no poder. Gosto que tomem a iniciativa, mas ainda não estava acreditado no que estava acontecendo. Sentir o corpo dele no meu me fazia bem. O beijo cheio de desejo muito bem expresso pelo membro volumoso que encostava em mim.
Por algum motivo bem misterioso, sempre guardo algemas debaixo do travesseiro. Fui deitando e deixando que ele vir por cima de mim tirando o meu short, me beijando a nuca, respirando forte no meu ouvido, me pegando com força, muita força. Fui explorando o corpo dele por inteiro, me virei por cima dele beijando o peito com pêlos dourados e mamilos duros dando suaves mordiscadas, ouvindo o gemido baixo e contido do pudor dele se esvaindo...
Toque. Saliva. O pau dele pulsava contra a minha barriga.

- Você é uma obra de arte.

Ele riu sem graça “pero no mucho”, beijei a boca dele e conduzi os braços dele para a cabeceira da cama e peguei a algema enquanto o beijava. Depois disso um abraço. Sempre sou muito rápido. Ele se assustou e me empurrou, eu disse para ele que ia ser ótimo brincar. Não demorou para ele deixar de livre e espontânea vontade o outro braço ser algemado. Eu voltei ao meu trabalho explorando o peito largo e barriga, até chegar à melhor parte. O pau dele estava duro, vermelho e pulsante. Não demorei à mergulhar, à sentir o gosto em minha boca. Mas fui breve, ele estava muito excitado. Tinha medo de me decepcionar, afinal, odeio coisas breves. Explorei sua virilha e ele ficou um tanto tenso ao me ver descendo pelo seu saco e perinio. Mas com menos de um minuto o urro dele anunciava que ninguém tinha ensinado para ele o quanto é ótimo!
Parei de repente.

- Está gostando?
- Continua. – Totalmente suado.
- Quero melhorar a brincadeira.
- Não vejo como pode ficar melhor, volta...
- Adoro quando me pedem. Sempre nego.

Abri meu armário e tirei uma corda e amarrei seus dois pés, ele estava muito assustado e ameaçou gritar. Ele é forte, as pernas torneadas deles tinham força, mas a cicatriz era um ponto fraco.

- Clama. Você vai gostar. E não vai adiantar gritar, não tem mais ninguém em casa.

Eu voltei ao meu trabalho de dar prazer a ele. Ele relaxou rápido quando eu voltei ao pau dele. Levantei novamente e decidi que ele deveria não ver o que eu fazia. E vendei seus olhos. Coloquei um anel em seu pênis que passou a ficar cada vez mais vermelho. Chupava com vontade e dava tapas no peito dele. Mas ele urrava demais.
-Eu sempre quis amordaçar você...
E não demorou para ele começar a se debater na cama com a idéia. Agora era a minha vez de sentir prazer... peguei um vibrador, soltei a mordaça e o obriguei a chupar. Ele resistiu, mas eu logo cortei o barato dele dando tapas na sua cara e beliscando seus mamilos. Sentei sobre o rosto dele esperando que ele fizesse a parte dele. Com um pouco de resistência – nada que alguns tapas não resolvessem, ele começou a chupar meu saco e foi descendo conforme eu me mexia na boca dele. Ele mostrou ser um rapaz talentoso e por isso eu iria ser bom com ele. O amordacei novamente e coloquei clamps em seus mamilos. As tentativas de urrar dele me deixavam cada vez mais excitado. O encoleirei e coloquei algemas entre seus pés e soltei suas pernas da cama. Solteis suas mãos e ele avançou em mim, tirando os clamps e me beijando a boca, tentando me afastar ele caiu e percebeu a triste condição de seus grilhões e pequeno problema na perna. Eu ri.
- Eu domino aqui! Espero que você tenha entendido.

Chutei um de seus braços, ele terminou de cair no chão. Algemei os braços dele na frente do corpo usando as duas algemas, puxei a coleira e o pus de quatro. Novamente o fiz lamber o vibrador. Queria vê-lo fazendo.. Voltei a lamber sua bunda com vontade, ele gemia e eu fui enfiando o dedo lentamente no seu ânus. Ele se contorceu e gemeu, aparentemente de dor. Eu ri e bati forte na bunda dele. Peguei o vibrador e enfiei lentamente nele. Notava que ele sentia uma dor quase insuportável. Depois de tudo enfiado, puxei a corrente da coleira para olhar os olhos vermelhos e brilhantes. Sentei sobre as costas dele.

- Agora, anda!

Ele foi andando devagar. Até que eu me cansei e resolvi pegar meu velho amigo de equitação. Comecei a chicoteá-lo, ele foi andando até o solário de chão de pedra, onde caiu cansado com os joelhos vermelhos. Seu corpo já tinha expulsado o vibrador, o que não me deixou muito feliz. Resolvi que não deixaria mais ele brincar com essas coisas sozinho e o pus de bruços na minha cama. Coloquei a camisinha e coloquei a cabeça do meu pau lentamente dentro dele, ele gemia muito e resolvi meter tudo de uma vez de surpresa. Nunca tinha me divertido tanto com um rapaz com cara de skinhead!
O pau dele estava quase estourando de tão inchado e vermelho por conta do anel. Rsolvi tirar o anel e colocar os braços dele para traz. O sentei encostado na parede e coloquei todo o meu pau para que ele pudesse chupar. Ele engasgou e quase vomitou várias e varias vezes. E antes que ele pudesse ficar com o pau mole eu tirei a venda e dei a ele o que olhar; voltei a chupa-lo com volúpia, ele parecia não estar acreditando em tudo aquilo . Eu o beijei carinhosamente e sentei em seu colo e cavalguei em sua pica grossa. Ele ficou muito contente, mas nunca devemos dar muita folga. Recoloquei os clamps em seus mamilos e decidi apenas amordaçá-lo. Quero que ele veja cada parte do processo.
Resolvi chicoteá-lo mais um pouco e colocar um anel mais folgado nele. Comecei surrando seus peitos perto dos mamilos até ver vergões em seu peito branco. Depois me sentei e coloquei-o de bruços no meu colo e bati nele como se bate em um menino mau e mimado, até que a bunda dele começasse a ficar bastante quente e bastante vermelha.
Eu o coloquei de quatro me esperando enquanto pegava alguns pregadores na varanda de casa. Coloquei os pregadores no seu saco. Ele tentava gritar incontrolavelmente. Passei a chupa-lo, pau, perínio, bunda... Ele começou a se entregar. Começou a gemer, eu apertava o saco dele e colocava mais pregadores e gemia e rebolava, as vezes, de tão ofegante respirava fundo, quase exausto.

- Eu sabia que você iria gostar. Mas eu quero retribuição depois que eu terminar.

O levei para o banheiro e coloquei ele de joelhos apoiando meu pé no seu ombro e forçando para que ele se abaixasse e beijasse meu outro pé. O coloquei para chupar meu pau até gozar na cara dele, vermelha de tantos tapas, depois ele chupou meu pau mole a até eu ter vontade de mijar. Mijei na boca dele, depois o beijei e soltei os braços dele,fiz carinho nele e o levei para debaixo do chuveiro. Dei banho nele, cuidei dele, beijei sua boca e seus peitos vermelhos, tirei os pregadores e clamps beijei a sua bunda seus joelhos e pés. Por fim o abracei, ele retribuiu. Inclinei-me e ajoelhei. Agora era a vez dele.

Mas isso, é para uma próxima noite.