
Eu sou uma pessoa com gostos um pouco diferentes da maioria...
Meu prazer não é barato, requer inteligência, vontade, sinceridade, esmero e respeito. Isso sim parece ser comum.
Bom, vou deixar para que vocês criem suas próprias opiniões à respeito.
Tudo o que direi para me apresentar é isso:
So uma flor estranha deste jardim, mas ainda assim, uma flor:
Meu nome é Black Orchid, sou a Orquídea Negra, vê-se, portanto de cara minha diferença natural. No entanto, o diferente sempre traz novas experiências e sensações.
Sou Switcher. Para quem não sabe o significado da palavra é um termo do meio BDSM (Bondage, Dominação ou disciplina e sado masoquismo) utilizado para designar aquelas pessoas que não somente têm prazer em submeter-se e sentir dor como dominar e proporcionar dor.
Uma coisa bastará para esclarecer todas as dúvidas dos novatos que forem inteligentes e não tão preconceituosos: A Lei de Ouro do BDSM é SSC - São, Seguro e Consensual.
Tendo dito a mais importante frase deste post eu gostaria de me apresentar pelo olhos de outra pessoa, talvez, sejam mais apurados que os meus, já que me vêem de fora, mas vêem o meu interior. Eu lhes apresento Lucy, minha escrava (submissa, masoquista, bottom, o que for) e sua visão sobre nós e ela.
XXXXXXXXX
Conheci o BDSM de uma forma que eu mal sei explicar, na verdade. Sempre ouvia falar sobre sadomasoquismo, seja através de amigos que me contavam suas experiências ou até mesmo através da internet. Obviamente, era algo que me causava muita curiosidade. Parecia diferente, incrivelmente sedutor... Eu já tinha desde tempos um interesse pela dor, pela sensação intensa que ela me causa. Não demorou até que minha curiosidade fosse mais além, me fazendo procurar por alguns textos, fotos e comunidades virtuais. Conheci o bondage, a dominação e a submissão... Algo que ia muito mais além do que eu imaginava. Isso só fez crescer meus interesses.Certo dia, com um ex-namorado, descobrimos que tínhamos o mesmo interesse de aprender sobre isso. Não tínhamos experiência nenhuma, porém começamos a testar algumas práticas. Algemas, cordas, leves cenas de dominação (muito bobinhas é claro, porém, como disse, não tínhamos nenhuma experiência), uns tapas aqui e ali, arranhões fortes, puxões de cabelo, cera de vela... Terminamos nosso relacionamento certa vez, mas por não conhecermos mais ninguém adepto a esta prática, ainda nos encontrávamos algumas vezes. Porém, o que eu queria era ser dominada de verdade... Por alguém experiente, alguém que me fizesse me sentir como uma verdadeira escrava, totalmente submissa a suas vontades.O tempo passou e, por acaso, conheci minha Senhora, Black Orchid. Na época, nem sequer imaginava que ela praticava BDSM. Nos conhecemos por outros meios, que não vou mencionar aqui para manter o sigilo de ambas. Não me recordo de onde surgiu o assunto BDSM, mas foi em um dia na minha casa que ela me mostrou seus brinquedinhos... Fiquei realmente fascinada, imaginando o efeito que aquelas coisas poderiam causar em alguém. Contei a ela sobre meus interesses pelo BDSM, masoquismo e submissão. Mais ou menos uma semana depois, a Senhora Black Orchid disse que queria me dominar. Nossa, foi como cair em um poço de ansiedade. Pela primeira vez eu serviria uma Domme de verdade, experiente! Aceitei na mesma hora, e então combinamos o dia da nossa primeira cena.Primeiramente, errei logo no início, quando Ela chegou. Eu, bobinha e inexperiente, ainda sem saber como agir inicialmente, a cumprimentei e conversei durante todo o caminho da forma mais incorreta que deveria, sem saber que deveria dar a Ela o tratamento de uma Senhora já logo que nos vimos. Caminhamos até o motel, eu carregando suas coisas, porém o motel estava fechado e seguimos para outro. Chegamos lá e até mesmo depois de entrar no quarto continuei agindo da forma incorreta.Eu estava ansiosa, seria minha primeira cena com alguém experiente. Por ser a primeira, não me preparei como deveria. Não levei um prendedor de cabelo, terrível erro que deixou a minha Senhora muito irritada, pois isso a atrapalhava muito. Tirei minha roupa como a minha Senhora mandou, logo sendo vendada. Seguindo suas ordens sentei-me na cadeira. Logo em seguida, outro erro, não tirei a corrente do meu pescoço, isso a irritou mais ainda. Ela me deu uma bronca seguida de um tapa, dizendo que devia sempre me preparar antes de uma cena. Tirei a corrente e a guardei, esperando que desta vez começasse a agir corretamente. A ansiedade aumentou, eu não sabia como agir perante Ela, linda e imponente.Desde que me interessei por BDSM e realizava pequenas práticas, nunca me foi cobrada a disciplina que eu deveria ter. A Black Orchid sabia o que estava fazendo, me exigiu completa disciplina e respeito por Ela. Era assim que eu deveria ter agido desde o começo. Ela me ensinou que deveria sempre responder suas perguntas da forma correta, “sim Senhora”, “não Senhora”, sem maiores comentários, respondendo apenas o que Ela queria saber, se Ela quisesse saber. Devo sempre pedir permissão para falar, permissão para perguntar. Devo sempre usar a safeword corretamente.Continuando... Sentei novamente na cadeira, minha Senhora já estava muito irritada comigo por meus erros, pois eu a fiz ter mais dificuldade em me vendar com os cabelos soltos, e ainda por cima de tirar a venda para que eu tirasse a corrente e guardasse, colocando a venda novamente depois. Já havia levado uns tapas por tudo isso, mas minha punição mal havia começado. Ela me amarrou na cadeira e colocou em minha boca a ball gag.Ela me perguntou o que eu preferia, sua mão ou o couro. É claro que com o couro doía mais, e eu querendo isso, acabei por responder que preferia o couro. Ela não teve pena de mim, e utilizou seus dois brinquedinhos de couro, o chicote de montaria e a palmatória. Realmente, doía muito mais. Já não estava mais amarrada na cadeira, pois minha Senhora não gostou dela. Ela havia colocado em mim uma coleira, e logo depois, uma corrente. Durante este meio tempo eu já havia respondido várias perguntas da forma errada, deixando minha Senhora brava. Recebi meu castigo é claro, sendo puxada pela coleira e ficando de quatro no piso gelado, recebendo várias e várias palmadas. E então ela usou a escova de madeira... Para mim aprender a nunca mais dizer que não devia doer tanto. Foi a primeira vez na noite que usei a safeword, nossa, fiquei com medo daquela escova! Mas minha Senhora gosta dela, então com o tempo vou aprendendo a resistir, tudo dentro dos limites é claro.Fiquei de quatro na cama, levando mais alguma palmadas, e depois ela amarrou minhas mãos para trás, ordenando que eu ficasse deitada. Ela derramou um pouco de cera de vela em mim. Senti uma pequena fagulha de dor, estava gostoso, mas isto porque Ela estava sendo muito generosa comigo. Depois ela amarrou também minhas pernas, ordenando que eu ficasse de bruços. Era difícil me mexer, pois não tinha movimentação dos braços e nem das pernas. Ainda não contente com isso, utilizando uma corda, Ela prendeu a amarração dos pulsos à amarração dos tornozelos. Agora, me mexer estava praticamente impossível. Ela ordenou que eu me virasse de lado, e eu comecei a tentar. Tentei e tentei, sem grandes sucessos, me sacudia e tentava cair para o lado, e parecia inútil. Agora Ela ria, parecia mais contente, e isso também me deixava feliz, pois sabia que estava agradando seus desejos. Só fui conseguir me virar quando Ela ameaçou me bater, deve ter sido o instinto que me deu mais força. É claro que, por ter demorado, apanhei mais um pouco.Percebi que minhas mãos estavam geladas e que não as sentia mais direito, e aí cometi mais um erro. Ao invés de utilizar a safeword, apenas comuniquei a Ela sobre isto.Ela soltou minhas mãos, me deitando novamente na cama de bruços. Levantou meus pés e usou seu chicote de montaria, pois eu devia saber o quanto doía, afinal havia dito que talvez não doesse tanto, nunca haviam feito isso em mim. Ah sim, e como dói! Nunca mais devo repetir tais palavras de novo!Novamente, Ela começou a derramar cera de vela em mim. Desta vez mais perto, para que doesse mais. Minha pele já estava bem mais sensível por causa das palmadas, então realmente doeu bem mais, para o prazer de minha Senhora. E então, mais um erro! Talvez o pior até agora. Novamente privei um desejo dela, levando uma vela ruim que sabe-se lá onde foi parar o pavio. Fui punida severamente por isso, e a certa altura já podia-se ver muitas marcas na minha bunda.Puxões de cabelo, broncas e surras foram as conseqüências de meus vários erros durante aquela noite, mas Black Orchid é realmente bondosa, e me permitiu que beijasse seus pés.Saí de lá a admirando ainda mais, Ela conseguiu me impor regras na qual me esforçarei sempre para seguir. Carreguei suas coisas até a parada de ônibus e também tive o prazer de segurar o guarda-chuva para Ela.Resumidamente, foi muito proveitoso e aprendi muitas coisas. Vi que realmente pouco sabia sobre o que realmente é uma cena BDSM. Agora já tenho mais idéia do que é ter disciplina, e quero me tornar uma ótima escrava. Vi que é na primeira cena de verdade que se descobre quando se quer de verdade ou não. Ou se amarela de vez e fica com medo, ou se empolga e fica com vontade de aprender mais. No meu caso, foi a segunda opção... {Lucy}_Black Orchid
XXXXXXXXX
Lucy foi uma exceção muito rara à regra. Não é fácil encontrar escravos ou escravas que realmente saibam o significado de seus papéis. Que tenham o equilíbrio de compreender ao mesmo tempo a profundidade da submissão e a realidade do respeito-próprio sem confundir-se ou prejudicar-se.
Ela é bela e inteligente... mil cores brotam como flores do traseiro macio e delicioso que ela me ofereceu tão voluntariamente.
Embora tenha cometido os erros comuns aos principiantes, ela aprende rápido.
Eu gosto disso. Mas o que gosto mesmo é de ver, no abismo dos seus olhos a verdade, a sinceridade com a qual o prazer irradia dela ao sentir dor.
Poder ver isso é algo que transcende qualquer compreensão.
É um orgasmo sem toque. Um gozo psicológico. Um prazer sem igual.
O presente dela pra mim são seus púrpuras e avermelhados, além de seus gemidos que não poderiam ser descritos como de prazer ou dor, mas ambos, harmoniosamente. O meu presente para ela são estas mesmas cores, que eu pinto com carinho e firmeza.
O meu presente é hoje, enquanto ela estiver contemplando no espelho orgulhosa e cheia de prazer as marcas que eu dei à ela como agradecimentos pela submissão tão esmerada dela.
Lucy e eu somos flores estranhas neste jardim... mas ainda assim: flores.
Radiantes, desabrochando em prazer e amor.
Mistress Black Orchid *
Meu prazer não é barato, requer inteligência, vontade, sinceridade, esmero e respeito. Isso sim parece ser comum.
Bom, vou deixar para que vocês criem suas próprias opiniões à respeito.
Tudo o que direi para me apresentar é isso:
So uma flor estranha deste jardim, mas ainda assim, uma flor:
Meu nome é Black Orchid, sou a Orquídea Negra, vê-se, portanto de cara minha diferença natural. No entanto, o diferente sempre traz novas experiências e sensações.
Sou Switcher. Para quem não sabe o significado da palavra é um termo do meio BDSM (Bondage, Dominação ou disciplina e sado masoquismo) utilizado para designar aquelas pessoas que não somente têm prazer em submeter-se e sentir dor como dominar e proporcionar dor.
Uma coisa bastará para esclarecer todas as dúvidas dos novatos que forem inteligentes e não tão preconceituosos: A Lei de Ouro do BDSM é SSC - São, Seguro e Consensual.
Tendo dito a mais importante frase deste post eu gostaria de me apresentar pelo olhos de outra pessoa, talvez, sejam mais apurados que os meus, já que me vêem de fora, mas vêem o meu interior. Eu lhes apresento Lucy, minha escrava (submissa, masoquista, bottom, o que for) e sua visão sobre nós e ela.
XXXXXXXXX
Conheci o BDSM de uma forma que eu mal sei explicar, na verdade. Sempre ouvia falar sobre sadomasoquismo, seja através de amigos que me contavam suas experiências ou até mesmo através da internet. Obviamente, era algo que me causava muita curiosidade. Parecia diferente, incrivelmente sedutor... Eu já tinha desde tempos um interesse pela dor, pela sensação intensa que ela me causa. Não demorou até que minha curiosidade fosse mais além, me fazendo procurar por alguns textos, fotos e comunidades virtuais. Conheci o bondage, a dominação e a submissão... Algo que ia muito mais além do que eu imaginava. Isso só fez crescer meus interesses.Certo dia, com um ex-namorado, descobrimos que tínhamos o mesmo interesse de aprender sobre isso. Não tínhamos experiência nenhuma, porém começamos a testar algumas práticas. Algemas, cordas, leves cenas de dominação (muito bobinhas é claro, porém, como disse, não tínhamos nenhuma experiência), uns tapas aqui e ali, arranhões fortes, puxões de cabelo, cera de vela... Terminamos nosso relacionamento certa vez, mas por não conhecermos mais ninguém adepto a esta prática, ainda nos encontrávamos algumas vezes. Porém, o que eu queria era ser dominada de verdade... Por alguém experiente, alguém que me fizesse me sentir como uma verdadeira escrava, totalmente submissa a suas vontades.O tempo passou e, por acaso, conheci minha Senhora, Black Orchid. Na época, nem sequer imaginava que ela praticava BDSM. Nos conhecemos por outros meios, que não vou mencionar aqui para manter o sigilo de ambas. Não me recordo de onde surgiu o assunto BDSM, mas foi em um dia na minha casa que ela me mostrou seus brinquedinhos... Fiquei realmente fascinada, imaginando o efeito que aquelas coisas poderiam causar em alguém. Contei a ela sobre meus interesses pelo BDSM, masoquismo e submissão. Mais ou menos uma semana depois, a Senhora Black Orchid disse que queria me dominar. Nossa, foi como cair em um poço de ansiedade. Pela primeira vez eu serviria uma Domme de verdade, experiente! Aceitei na mesma hora, e então combinamos o dia da nossa primeira cena.Primeiramente, errei logo no início, quando Ela chegou. Eu, bobinha e inexperiente, ainda sem saber como agir inicialmente, a cumprimentei e conversei durante todo o caminho da forma mais incorreta que deveria, sem saber que deveria dar a Ela o tratamento de uma Senhora já logo que nos vimos. Caminhamos até o motel, eu carregando suas coisas, porém o motel estava fechado e seguimos para outro. Chegamos lá e até mesmo depois de entrar no quarto continuei agindo da forma incorreta.Eu estava ansiosa, seria minha primeira cena com alguém experiente. Por ser a primeira, não me preparei como deveria. Não levei um prendedor de cabelo, terrível erro que deixou a minha Senhora muito irritada, pois isso a atrapalhava muito. Tirei minha roupa como a minha Senhora mandou, logo sendo vendada. Seguindo suas ordens sentei-me na cadeira. Logo em seguida, outro erro, não tirei a corrente do meu pescoço, isso a irritou mais ainda. Ela me deu uma bronca seguida de um tapa, dizendo que devia sempre me preparar antes de uma cena. Tirei a corrente e a guardei, esperando que desta vez começasse a agir corretamente. A ansiedade aumentou, eu não sabia como agir perante Ela, linda e imponente.Desde que me interessei por BDSM e realizava pequenas práticas, nunca me foi cobrada a disciplina que eu deveria ter. A Black Orchid sabia o que estava fazendo, me exigiu completa disciplina e respeito por Ela. Era assim que eu deveria ter agido desde o começo. Ela me ensinou que deveria sempre responder suas perguntas da forma correta, “sim Senhora”, “não Senhora”, sem maiores comentários, respondendo apenas o que Ela queria saber, se Ela quisesse saber. Devo sempre pedir permissão para falar, permissão para perguntar. Devo sempre usar a safeword corretamente.Continuando... Sentei novamente na cadeira, minha Senhora já estava muito irritada comigo por meus erros, pois eu a fiz ter mais dificuldade em me vendar com os cabelos soltos, e ainda por cima de tirar a venda para que eu tirasse a corrente e guardasse, colocando a venda novamente depois. Já havia levado uns tapas por tudo isso, mas minha punição mal havia começado. Ela me amarrou na cadeira e colocou em minha boca a ball gag.Ela me perguntou o que eu preferia, sua mão ou o couro. É claro que com o couro doía mais, e eu querendo isso, acabei por responder que preferia o couro. Ela não teve pena de mim, e utilizou seus dois brinquedinhos de couro, o chicote de montaria e a palmatória. Realmente, doía muito mais. Já não estava mais amarrada na cadeira, pois minha Senhora não gostou dela. Ela havia colocado em mim uma coleira, e logo depois, uma corrente. Durante este meio tempo eu já havia respondido várias perguntas da forma errada, deixando minha Senhora brava. Recebi meu castigo é claro, sendo puxada pela coleira e ficando de quatro no piso gelado, recebendo várias e várias palmadas. E então ela usou a escova de madeira... Para mim aprender a nunca mais dizer que não devia doer tanto. Foi a primeira vez na noite que usei a safeword, nossa, fiquei com medo daquela escova! Mas minha Senhora gosta dela, então com o tempo vou aprendendo a resistir, tudo dentro dos limites é claro.Fiquei de quatro na cama, levando mais alguma palmadas, e depois ela amarrou minhas mãos para trás, ordenando que eu ficasse deitada. Ela derramou um pouco de cera de vela em mim. Senti uma pequena fagulha de dor, estava gostoso, mas isto porque Ela estava sendo muito generosa comigo. Depois ela amarrou também minhas pernas, ordenando que eu ficasse de bruços. Era difícil me mexer, pois não tinha movimentação dos braços e nem das pernas. Ainda não contente com isso, utilizando uma corda, Ela prendeu a amarração dos pulsos à amarração dos tornozelos. Agora, me mexer estava praticamente impossível. Ela ordenou que eu me virasse de lado, e eu comecei a tentar. Tentei e tentei, sem grandes sucessos, me sacudia e tentava cair para o lado, e parecia inútil. Agora Ela ria, parecia mais contente, e isso também me deixava feliz, pois sabia que estava agradando seus desejos. Só fui conseguir me virar quando Ela ameaçou me bater, deve ter sido o instinto que me deu mais força. É claro que, por ter demorado, apanhei mais um pouco.Percebi que minhas mãos estavam geladas e que não as sentia mais direito, e aí cometi mais um erro. Ao invés de utilizar a safeword, apenas comuniquei a Ela sobre isto.Ela soltou minhas mãos, me deitando novamente na cama de bruços. Levantou meus pés e usou seu chicote de montaria, pois eu devia saber o quanto doía, afinal havia dito que talvez não doesse tanto, nunca haviam feito isso em mim. Ah sim, e como dói! Nunca mais devo repetir tais palavras de novo!Novamente, Ela começou a derramar cera de vela em mim. Desta vez mais perto, para que doesse mais. Minha pele já estava bem mais sensível por causa das palmadas, então realmente doeu bem mais, para o prazer de minha Senhora. E então, mais um erro! Talvez o pior até agora. Novamente privei um desejo dela, levando uma vela ruim que sabe-se lá onde foi parar o pavio. Fui punida severamente por isso, e a certa altura já podia-se ver muitas marcas na minha bunda.Puxões de cabelo, broncas e surras foram as conseqüências de meus vários erros durante aquela noite, mas Black Orchid é realmente bondosa, e me permitiu que beijasse seus pés.Saí de lá a admirando ainda mais, Ela conseguiu me impor regras na qual me esforçarei sempre para seguir. Carreguei suas coisas até a parada de ônibus e também tive o prazer de segurar o guarda-chuva para Ela.Resumidamente, foi muito proveitoso e aprendi muitas coisas. Vi que realmente pouco sabia sobre o que realmente é uma cena BDSM. Agora já tenho mais idéia do que é ter disciplina, e quero me tornar uma ótima escrava. Vi que é na primeira cena de verdade que se descobre quando se quer de verdade ou não. Ou se amarela de vez e fica com medo, ou se empolga e fica com vontade de aprender mais. No meu caso, foi a segunda opção... {Lucy}_Black Orchid
XXXXXXXXX
Lucy foi uma exceção muito rara à regra. Não é fácil encontrar escravos ou escravas que realmente saibam o significado de seus papéis. Que tenham o equilíbrio de compreender ao mesmo tempo a profundidade da submissão e a realidade do respeito-próprio sem confundir-se ou prejudicar-se.
Ela é bela e inteligente... mil cores brotam como flores do traseiro macio e delicioso que ela me ofereceu tão voluntariamente.
Embora tenha cometido os erros comuns aos principiantes, ela aprende rápido.
Eu gosto disso. Mas o que gosto mesmo é de ver, no abismo dos seus olhos a verdade, a sinceridade com a qual o prazer irradia dela ao sentir dor.
Poder ver isso é algo que transcende qualquer compreensão.
É um orgasmo sem toque. Um gozo psicológico. Um prazer sem igual.
O presente dela pra mim são seus púrpuras e avermelhados, além de seus gemidos que não poderiam ser descritos como de prazer ou dor, mas ambos, harmoniosamente. O meu presente para ela são estas mesmas cores, que eu pinto com carinho e firmeza.
O meu presente é hoje, enquanto ela estiver contemplando no espelho orgulhosa e cheia de prazer as marcas que eu dei à ela como agradecimentos pela submissão tão esmerada dela.
Lucy e eu somos flores estranhas neste jardim... mas ainda assim: flores.
Radiantes, desabrochando em prazer e amor.
Mistress Black Orchid *


