segunda-feira, 5 de maio de 2008

Flores estranhas ou Cena 1: Treinando Lucy




Eu sou uma pessoa com gostos um pouco diferentes da maioria...

Meu prazer não é barato, requer inteligência, vontade, sinceridade, esmero e respeito. Isso sim parece ser comum.
Bom, vou deixar para que vocês criem suas próprias opiniões à respeito.
Tudo o que direi para me apresentar é isso:
So uma flor estranha deste jardim, mas ainda assim, uma flor:
Meu nome é Black Orchid, sou a Orquídea Negra, vê-se, portanto de cara minha diferença natural. No entanto, o diferente sempre traz novas experiências e sensações.
Sou Switcher. Para quem não sabe o significado da palavra é um termo do meio BDSM (Bondage, Dominação ou disciplina e sado masoquismo) utilizado para designar aquelas pessoas que não somente têm prazer em submeter-se e sentir dor como dominar e proporcionar dor.
Uma coisa bastará para esclarecer todas as dúvidas dos novatos que forem inteligentes e não tão preconceituosos: A Lei de Ouro do BDSM é SSC - São, Seguro e Consensual.

Tendo dito a mais importante frase deste post eu gostaria de me apresentar pelo olhos de outra pessoa, talvez, sejam mais apurados que os meus, já que me vêem de fora, mas vêem o meu interior. Eu lhes apresento Lucy, minha escrava (submissa, masoquista, bottom, o que for) e sua visão sobre nós e ela.

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Conheci o BDSM de uma forma que eu mal sei explicar, na verdade. Sempre ouvia falar sobre sadomasoquismo, seja através de amigos que me contavam suas experiências ou até mesmo através da internet. Obviamente, era algo que me causava muita curiosidade. Parecia diferente, incrivelmente sedutor... Eu já tinha desde tempos um interesse pela dor, pela sensação intensa que ela me causa. Não demorou até que minha curiosidade fosse mais além, me fazendo procurar por alguns textos, fotos e comunidades virtuais. Conheci o bondage, a dominação e a submissão... Algo que ia muito mais além do que eu imaginava. Isso só fez crescer meus interesses.Certo dia, com um ex-namorado, descobrimos que tínhamos o mesmo interesse de aprender sobre isso. Não tínhamos experiência nenhuma, porém começamos a testar algumas práticas. Algemas, cordas, leves cenas de dominação (muito bobinhas é claro, porém, como disse, não tínhamos nenhuma experiência), uns tapas aqui e ali, arranhões fortes, puxões de cabelo, cera de vela... Terminamos nosso relacionamento certa vez, mas por não conhecermos mais ninguém adepto a esta prática, ainda nos encontrávamos algumas vezes. Porém, o que eu queria era ser dominada de verdade... Por alguém experiente, alguém que me fizesse me sentir como uma verdadeira escrava, totalmente submissa a suas vontades.O tempo passou e, por acaso, conheci minha Senhora, Black Orchid. Na época, nem sequer imaginava que ela praticava BDSM. Nos conhecemos por outros meios, que não vou mencionar aqui para manter o sigilo de ambas. Não me recordo de onde surgiu o assunto BDSM, mas foi em um dia na minha casa que ela me mostrou seus brinquedinhos... Fiquei realmente fascinada, imaginando o efeito que aquelas coisas poderiam causar em alguém. Contei a ela sobre meus interesses pelo BDSM, masoquismo e submissão. Mais ou menos uma semana depois, a Senhora Black Orchid disse que queria me dominar. Nossa, foi como cair em um poço de ansiedade. Pela primeira vez eu serviria uma Domme de verdade, experiente! Aceitei na mesma hora, e então combinamos o dia da nossa primeira cena.Primeiramente, errei logo no início, quando Ela chegou. Eu, bobinha e inexperiente, ainda sem saber como agir inicialmente, a cumprimentei e conversei durante todo o caminho da forma mais incorreta que deveria, sem saber que deveria dar a Ela o tratamento de uma Senhora já logo que nos vimos. Caminhamos até o motel, eu carregando suas coisas, porém o motel estava fechado e seguimos para outro. Chegamos lá e até mesmo depois de entrar no quarto continuei agindo da forma incorreta.Eu estava ansiosa, seria minha primeira cena com alguém experiente. Por ser a primeira, não me preparei como deveria. Não levei um prendedor de cabelo, terrível erro que deixou a minha Senhora muito irritada, pois isso a atrapalhava muito. Tirei minha roupa como a minha Senhora mandou, logo sendo vendada. Seguindo suas ordens sentei-me na cadeira. Logo em seguida, outro erro, não tirei a corrente do meu pescoço, isso a irritou mais ainda. Ela me deu uma bronca seguida de um tapa, dizendo que devia sempre me preparar antes de uma cena. Tirei a corrente e a guardei, esperando que desta vez começasse a agir corretamente. A ansiedade aumentou, eu não sabia como agir perante Ela, linda e imponente.Desde que me interessei por BDSM e realizava pequenas práticas, nunca me foi cobrada a disciplina que eu deveria ter. A Black Orchid sabia o que estava fazendo, me exigiu completa disciplina e respeito por Ela. Era assim que eu deveria ter agido desde o começo. Ela me ensinou que deveria sempre responder suas perguntas da forma correta, “sim Senhora”, “não Senhora”, sem maiores comentários, respondendo apenas o que Ela queria saber, se Ela quisesse saber. Devo sempre pedir permissão para falar, permissão para perguntar. Devo sempre usar a safeword corretamente.Continuando... Sentei novamente na cadeira, minha Senhora já estava muito irritada comigo por meus erros, pois eu a fiz ter mais dificuldade em me vendar com os cabelos soltos, e ainda por cima de tirar a venda para que eu tirasse a corrente e guardasse, colocando a venda novamente depois. Já havia levado uns tapas por tudo isso, mas minha punição mal havia começado. Ela me amarrou na cadeira e colocou em minha boca a ball gag.Ela me perguntou o que eu preferia, sua mão ou o couro. É claro que com o couro doía mais, e eu querendo isso, acabei por responder que preferia o couro. Ela não teve pena de mim, e utilizou seus dois brinquedinhos de couro, o chicote de montaria e a palmatória. Realmente, doía muito mais. Já não estava mais amarrada na cadeira, pois minha Senhora não gostou dela. Ela havia colocado em mim uma coleira, e logo depois, uma corrente. Durante este meio tempo eu já havia respondido várias perguntas da forma errada, deixando minha Senhora brava. Recebi meu castigo é claro, sendo puxada pela coleira e ficando de quatro no piso gelado, recebendo várias e várias palmadas. E então ela usou a escova de madeira... Para mim aprender a nunca mais dizer que não devia doer tanto. Foi a primeira vez na noite que usei a safeword, nossa, fiquei com medo daquela escova! Mas minha Senhora gosta dela, então com o tempo vou aprendendo a resistir, tudo dentro dos limites é claro.Fiquei de quatro na cama, levando mais alguma palmadas, e depois ela amarrou minhas mãos para trás, ordenando que eu ficasse deitada. Ela derramou um pouco de cera de vela em mim. Senti uma pequena fagulha de dor, estava gostoso, mas isto porque Ela estava sendo muito generosa comigo. Depois ela amarrou também minhas pernas, ordenando que eu ficasse de bruços. Era difícil me mexer, pois não tinha movimentação dos braços e nem das pernas. Ainda não contente com isso, utilizando uma corda, Ela prendeu a amarração dos pulsos à amarração dos tornozelos. Agora, me mexer estava praticamente impossível. Ela ordenou que eu me virasse de lado, e eu comecei a tentar. Tentei e tentei, sem grandes sucessos, me sacudia e tentava cair para o lado, e parecia inútil. Agora Ela ria, parecia mais contente, e isso também me deixava feliz, pois sabia que estava agradando seus desejos. Só fui conseguir me virar quando Ela ameaçou me bater, deve ter sido o instinto que me deu mais força. É claro que, por ter demorado, apanhei mais um pouco.Percebi que minhas mãos estavam geladas e que não as sentia mais direito, e aí cometi mais um erro. Ao invés de utilizar a safeword, apenas comuniquei a Ela sobre isto.Ela soltou minhas mãos, me deitando novamente na cama de bruços. Levantou meus pés e usou seu chicote de montaria, pois eu devia saber o quanto doía, afinal havia dito que talvez não doesse tanto, nunca haviam feito isso em mim. Ah sim, e como dói! Nunca mais devo repetir tais palavras de novo!Novamente, Ela começou a derramar cera de vela em mim. Desta vez mais perto, para que doesse mais. Minha pele já estava bem mais sensível por causa das palmadas, então realmente doeu bem mais, para o prazer de minha Senhora. E então, mais um erro! Talvez o pior até agora. Novamente privei um desejo dela, levando uma vela ruim que sabe-se lá onde foi parar o pavio. Fui punida severamente por isso, e a certa altura já podia-se ver muitas marcas na minha bunda.Puxões de cabelo, broncas e surras foram as conseqüências de meus vários erros durante aquela noite, mas Black Orchid é realmente bondosa, e me permitiu que beijasse seus pés.Saí de lá a admirando ainda mais, Ela conseguiu me impor regras na qual me esforçarei sempre para seguir. Carreguei suas coisas até a parada de ônibus e também tive o prazer de segurar o guarda-chuva para Ela.Resumidamente, foi muito proveitoso e aprendi muitas coisas. Vi que realmente pouco sabia sobre o que realmente é uma cena BDSM. Agora já tenho mais idéia do que é ter disciplina, e quero me tornar uma ótima escrava. Vi que é na primeira cena de verdade que se descobre quando se quer de verdade ou não. Ou se amarela de vez e fica com medo, ou se empolga e fica com vontade de aprender mais. No meu caso, foi a segunda opção... {Lucy}_Black Orchid
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Lucy foi uma exceção muito rara à regra. Não é fácil encontrar escravos ou escravas que realmente saibam o significado de seus papéis. Que tenham o equilíbrio de compreender ao mesmo tempo a profundidade da submissão e a realidade do respeito-próprio sem confundir-se ou prejudicar-se.

Ela é bela e inteligente... mil cores brotam como flores do traseiro macio e delicioso que ela me ofereceu tão voluntariamente.
Embora tenha cometido os erros comuns aos principiantes, ela aprende rápido.
Eu gosto disso. Mas o que gosto mesmo é de ver, no abismo dos seus olhos a verdade, a sinceridade com a qual o prazer irradia dela ao sentir dor.
Poder ver isso é algo que transcende qualquer compreensão.
É um orgasmo sem toque. Um gozo psicológico. Um prazer sem igual.
O presente dela pra mim são seus púrpuras e avermelhados, além de seus gemidos que não poderiam ser descritos como de prazer ou dor, mas ambos, harmoniosamente. O meu presente para ela são estas mesmas cores, que eu pinto com carinho e firmeza.
O meu presente é hoje, enquanto ela estiver contemplando no espelho orgulhosa e cheia de prazer as marcas que eu dei à ela como agradecimentos pela submissão tão esmerada dela.

Lucy e eu somos flores estranhas neste jardim... mas ainda assim: flores.
Radiantes, desabrochando em prazer e amor.

Mistress Black Orchid *

sexta-feira, 14 de março de 2008

Nú Artístico


Ele sentava todos os dias na minha sala. Loiro, alto e coxo. Sempre me perguntei o que ele teria na perna... Ombros largos e cabelo cortado na tentativa de ser um moicano. Eu sempre prestava atenção na chamada do professor para descobrir o nome dele: Gustavo.
Ele anda com outros garotos bonitos, mas ele sempre chama mais atenção. Deve ser pela tatuagem enorme de peixe no braço e os ombros fortes e largos em companhia dos braços maravilhosos. Eu sempre prestei atenção suficiente no sorriso dele e na cara de malandro safado quando ele sorria. Mas eu ficava meio pé atrás com ele e sua cara de talentoso skinhead. Os boatos diziam que ele era meio bobão. Mas é forte. Faz o tipo macho alfa.

Um dia eu estava indo de ônibus para casa e ele entrou em seguida. Gelei na hora, nem coragem de encará-lo eu tive. O ônibus estava relativamente vazio, mas ele sentou do meu lado e eu sentindo borboletas no meu estomago. Eu lia meu caderno cuja na capa habitava um desenho de nu artístico, feito em carvão.

- Bom dia.- ele disse sério e solene.
- Bom dia. Por que mesmo você está falando comigo?
- Gostou da aula hoje?
- Sim sim. -...- E você?
- Também. Que desenho bonito, vc que fez?
- Sim, faço desenhos de nu artístico em carvão.
- Sério? Sempre quis fazer um desenho assim de mim.
- ah.
- Há quanto tempo faz esse quadros?
- Na verdade faz um tempinho que não desenho.
- Faz um meu?
Caraca, - fundo musical de suspense- , deve ser algum tipo de armadilha homofóbica. Ele é lindo, eu vivo encarando ele. Essa cara de mau dele não será desfeita com um sorrisinho... Lindo sorrisinho.
- Bom... pode ser.

Marcamos e trocamos informações e preços. Meu coração palpitava. Seria no final de semana, no sábado. Nos outros dias ele continuava me encarando com aquela cara terrível e fechada de sempre. Uma verdadeira beldade. Tudo nele parecia forte e sem exageros, formando um perfeito equilíbrio de beleza e malandragem, embora fosse coxo. Sempre reservado e com seus poucos amigos silenciosos do fundão. Será que eu realmente conseguiria descobrir o que o deixava com aquele andar desconjuntado?

No sábado ele entra na minha casa com uma cara extremamente envergonhada, mas safada. Eu, coitado de mim, não sabia o que fazer, mas a expectativa me excitava. Era cedo da manhã de sábado e ele entrou sem muitas cerimônias no meu quarto e sentou na cama. Eu tinha montado o local em que faríamos o quadro e discutimos a paisagem, ele queria ao fundo o Mar. Vindo direto de Afrodite para o meu quarto, o homem-peixe tiraria a roupa para mim, no meu solário.
Pedi para começarmos e ele entrou no meu banheiro sem fechar a porta. Peça por peça foram sendo penduradas nos ganchos do banheiro. Ele me via quase abrindo a boca de êxtase com aquela cena. Eu estava completamente chocado. Todo corpo dele, de costas, era lindo, definido. Com uma leve penugem dourada da bunda e pernas. Completamente lindo. Costas largar, ombros largos que descem em uma cintura definida e máscula, parecia uma aula de anatomia. Eu podia reconhecer o corpo tão pelo dele. E o mistério havia sido desvendado: uma cicatriz na parte inferior da coxa. Ele sorriu sacanamente pelo espelho e eu olhei para outro lado.

- É..., vo-você fica ali naquela cadeira. Estúpido, você poderia falar sem gaguejar agora...

E ele virou e andou. Eu perdi o ar. Inebriado, excitado, tenso. Ele se sentou de pernas abertas para mim e se debruçou com os braços apoiados no joelho. Peitoral perfeito, barriga linda, não era um tanque, mas totalmente linda. Os finos pêlos dourados faziam um caminho até o El Dourado, rs. Seus pêlos pubianos combinavam com o loiro escuro da barba no rosto sexy com a sobrancelha esquerda levantada para mim. O pinto dele parecia enorme e muito grosso, mesmo mole.
Eu dei uma tossida e pedi para ele se ajeitar.

- Você vai ficar na posição por bastante tempo...
- Ok.

Ele sentou meio de lado e colocou as mãos nas coxas e se debruçou um pouco abrindo os ombros e me olhando meio de lado com cara de safado. Por quanto tempo ele conseguiria manter essa cara para mim?
Bom, fui fazer meu trabalho. Três horas depois o quadro precisava de poucas finalizações e dei um descanso para ele. Ele levantou meio suado com o sol do solário, pegou uma toalha e bebeu água, todo lindo.

- Posso ver como está ficando?
- Não. Odeio que vejam antes do fim.
- Hum... mas eu tenho direito de ver se eu to bonito.
- É claro que está! - Ops...
- Obrigado. – risos safados. – Nossa, estou bonito mesmo. Você é muito talentoso.

Ele passa o braço pelo meu ombro e bate com a mão nas minhas costas e segura meu ombro. Eu fiquei totalmente tenso e excitado. E ele também. Eu fiquei mais relaxado, pedi licença e disse ia tomar um banho frio, afinal, eu estava com muito calor... Encostei a porta e fui tomar meu banho, nossa estava excitadíssimo, resolvi bater uma, esperando que a porta abrisse.
Mas não abriu. Eu saí sem camisa. Ele com seu corpo moldado e, de certa forma, delicado, me olhou de cabeça a baixo meu corpo, mais de uma vez, elogiado por ser selvagem... Foi minha vez de olhá-lo com muita sacanagem no olhar... Ele ficou vermelho e foi voltando a posição inicial. Eu terminei meu trabalho. Pedi para ele ver. Ele veio e olhou por trás de mim. Eu levantei de forma que meu corpo encostasse-se ao seu braço. Decidi abraçar o capeta. Ele estava meio embasbacado com o quadro.

- Gostou?
- Muito.
- Qual será mesmo a forma de pagamento? – Aff, eu bem poderia ter ficado com a boca fechada agora...

Ele me deu o sorriso safado, agora aberto, sem medos. Levantou e me beijou. Gosto que pensem que estão no poder. Gosto que tomem a iniciativa, mas ainda não estava acreditado no que estava acontecendo. Sentir o corpo dele no meu me fazia bem. O beijo cheio de desejo muito bem expresso pelo membro volumoso que encostava em mim.
Por algum motivo bem misterioso, sempre guardo algemas debaixo do travesseiro. Fui deitando e deixando que ele vir por cima de mim tirando o meu short, me beijando a nuca, respirando forte no meu ouvido, me pegando com força, muita força. Fui explorando o corpo dele por inteiro, me virei por cima dele beijando o peito com pêlos dourados e mamilos duros dando suaves mordiscadas, ouvindo o gemido baixo e contido do pudor dele se esvaindo...
Toque. Saliva. O pau dele pulsava contra a minha barriga.

- Você é uma obra de arte.

Ele riu sem graça “pero no mucho”, beijei a boca dele e conduzi os braços dele para a cabeceira da cama e peguei a algema enquanto o beijava. Depois disso um abraço. Sempre sou muito rápido. Ele se assustou e me empurrou, eu disse para ele que ia ser ótimo brincar. Não demorou para ele deixar de livre e espontânea vontade o outro braço ser algemado. Eu voltei ao meu trabalho explorando o peito largo e barriga, até chegar à melhor parte. O pau dele estava duro, vermelho e pulsante. Não demorei à mergulhar, à sentir o gosto em minha boca. Mas fui breve, ele estava muito excitado. Tinha medo de me decepcionar, afinal, odeio coisas breves. Explorei sua virilha e ele ficou um tanto tenso ao me ver descendo pelo seu saco e perinio. Mas com menos de um minuto o urro dele anunciava que ninguém tinha ensinado para ele o quanto é ótimo!
Parei de repente.

- Está gostando?
- Continua. – Totalmente suado.
- Quero melhorar a brincadeira.
- Não vejo como pode ficar melhor, volta...
- Adoro quando me pedem. Sempre nego.

Abri meu armário e tirei uma corda e amarrei seus dois pés, ele estava muito assustado e ameaçou gritar. Ele é forte, as pernas torneadas deles tinham força, mas a cicatriz era um ponto fraco.

- Clama. Você vai gostar. E não vai adiantar gritar, não tem mais ninguém em casa.

Eu voltei ao meu trabalho de dar prazer a ele. Ele relaxou rápido quando eu voltei ao pau dele. Levantei novamente e decidi que ele deveria não ver o que eu fazia. E vendei seus olhos. Coloquei um anel em seu pênis que passou a ficar cada vez mais vermelho. Chupava com vontade e dava tapas no peito dele. Mas ele urrava demais.
-Eu sempre quis amordaçar você...
E não demorou para ele começar a se debater na cama com a idéia. Agora era a minha vez de sentir prazer... peguei um vibrador, soltei a mordaça e o obriguei a chupar. Ele resistiu, mas eu logo cortei o barato dele dando tapas na sua cara e beliscando seus mamilos. Sentei sobre o rosto dele esperando que ele fizesse a parte dele. Com um pouco de resistência – nada que alguns tapas não resolvessem, ele começou a chupar meu saco e foi descendo conforme eu me mexia na boca dele. Ele mostrou ser um rapaz talentoso e por isso eu iria ser bom com ele. O amordacei novamente e coloquei clamps em seus mamilos. As tentativas de urrar dele me deixavam cada vez mais excitado. O encoleirei e coloquei algemas entre seus pés e soltei suas pernas da cama. Solteis suas mãos e ele avançou em mim, tirando os clamps e me beijando a boca, tentando me afastar ele caiu e percebeu a triste condição de seus grilhões e pequeno problema na perna. Eu ri.
- Eu domino aqui! Espero que você tenha entendido.

Chutei um de seus braços, ele terminou de cair no chão. Algemei os braços dele na frente do corpo usando as duas algemas, puxei a coleira e o pus de quatro. Novamente o fiz lamber o vibrador. Queria vê-lo fazendo.. Voltei a lamber sua bunda com vontade, ele gemia e eu fui enfiando o dedo lentamente no seu ânus. Ele se contorceu e gemeu, aparentemente de dor. Eu ri e bati forte na bunda dele. Peguei o vibrador e enfiei lentamente nele. Notava que ele sentia uma dor quase insuportável. Depois de tudo enfiado, puxei a corrente da coleira para olhar os olhos vermelhos e brilhantes. Sentei sobre as costas dele.

- Agora, anda!

Ele foi andando devagar. Até que eu me cansei e resolvi pegar meu velho amigo de equitação. Comecei a chicoteá-lo, ele foi andando até o solário de chão de pedra, onde caiu cansado com os joelhos vermelhos. Seu corpo já tinha expulsado o vibrador, o que não me deixou muito feliz. Resolvi que não deixaria mais ele brincar com essas coisas sozinho e o pus de bruços na minha cama. Coloquei a camisinha e coloquei a cabeça do meu pau lentamente dentro dele, ele gemia muito e resolvi meter tudo de uma vez de surpresa. Nunca tinha me divertido tanto com um rapaz com cara de skinhead!
O pau dele estava quase estourando de tão inchado e vermelho por conta do anel. Rsolvi tirar o anel e colocar os braços dele para traz. O sentei encostado na parede e coloquei todo o meu pau para que ele pudesse chupar. Ele engasgou e quase vomitou várias e varias vezes. E antes que ele pudesse ficar com o pau mole eu tirei a venda e dei a ele o que olhar; voltei a chupa-lo com volúpia, ele parecia não estar acreditando em tudo aquilo . Eu o beijei carinhosamente e sentei em seu colo e cavalguei em sua pica grossa. Ele ficou muito contente, mas nunca devemos dar muita folga. Recoloquei os clamps em seus mamilos e decidi apenas amordaçá-lo. Quero que ele veja cada parte do processo.
Resolvi chicoteá-lo mais um pouco e colocar um anel mais folgado nele. Comecei surrando seus peitos perto dos mamilos até ver vergões em seu peito branco. Depois me sentei e coloquei-o de bruços no meu colo e bati nele como se bate em um menino mau e mimado, até que a bunda dele começasse a ficar bastante quente e bastante vermelha.
Eu o coloquei de quatro me esperando enquanto pegava alguns pregadores na varanda de casa. Coloquei os pregadores no seu saco. Ele tentava gritar incontrolavelmente. Passei a chupa-lo, pau, perínio, bunda... Ele começou a se entregar. Começou a gemer, eu apertava o saco dele e colocava mais pregadores e gemia e rebolava, as vezes, de tão ofegante respirava fundo, quase exausto.

- Eu sabia que você iria gostar. Mas eu quero retribuição depois que eu terminar.

O levei para o banheiro e coloquei ele de joelhos apoiando meu pé no seu ombro e forçando para que ele se abaixasse e beijasse meu outro pé. O coloquei para chupar meu pau até gozar na cara dele, vermelha de tantos tapas, depois ele chupou meu pau mole a até eu ter vontade de mijar. Mijei na boca dele, depois o beijei e soltei os braços dele,fiz carinho nele e o levei para debaixo do chuveiro. Dei banho nele, cuidei dele, beijei sua boca e seus peitos vermelhos, tirei os pregadores e clamps beijei a sua bunda seus joelhos e pés. Por fim o abracei, ele retribuiu. Inclinei-me e ajoelhei. Agora era a vez dele.

Mas isso, é para uma próxima noite.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Boa Noite...




Sejam bem vindos a essa terra de ninguém que é a Noite Escura. Aqui só os mais solenes, sagrados e atormentados sonhos vivem.

Não me recordo quem falou sobre nossos sonhos serem os vislumbres mais sãos da realidade, mas quem se importa?

Esse primeiro momento é um aviso:
Entrem em verdade e pureza e se satisfaçam, pois, todos os atos de amor e prazer são sagrados.

Neste lugar serão relatados os momentos sublimes de amor e prazer dos nossos colaboradores. Não teremos aqui nada para aqueles que não sejam SÃOS.

Aqui, nenhum material ilegal será colocado: nenhuma pornografia infantil e nenhum link para sites pornográficos serão tolerados.

Aqui se escrevem contos.
Aqui se lêem contos.
Aqui se divulgam contos.
Aqui é um espaço para fantasias.
Aqui é um espaço para contos Gays, heteros e bissexuais, para contos BDSM (bondage, dominação, submissão, sadismo e masoquismo) dos mais leves aos mais pesados e obscuros. Contos que podem ter sido vivenciados ou imaginado nos gerando prazer.
Aqui é um espaço para contos comuns e até românticos.
Aqui é um espaço para satisfação.

Caso não tenha gostado é livre para partir.
Caso não goste de algum conto, é livre para não o ler.
Não é permitido ofensas a ninguém nesse espaço.

Venham e sejam bem vindos à esses Domínios.


Black Orchid,
Night Star e
Touro Taranis.